Está instaurada uma cultura nas empresas onde mais será sempre mais, ou seja, quanto mais horas o indivíduo ficar no trabalho, mais vai ser produtivo, quanto mais cortarmos os custos, melhor… E por aí vai…
É impressionante que ninguém pare para pensar que nem sempre grandes coisas irão gerar grandes resultados. Analisando 2 profissionais com o mesmo cargo e atribuições, o que é melhor: um indivíduo que fica 3 horas no serviço e consegue fazer tudo o que precisa, ou aquele que precisa de hora extra para ser eficiente? A resposta me parece clara, mas do ponto de vista geral o colaborador que acabou o serviço antes e foi para casa mais cedo é visto como preguiçoso e favorito.
Porque temos uma cultura que nos leva à procrastinação, e a horas e mais horas de trabalho improdutivo?
Quanto ao corte de custos, concordo em ser vital para a saúde de uma empresa ter os menores custos fixos, refletindo assim em mais lucros. Mas o grande problema é que não adianta competir em quantidade de cortes e sim na qualidade dos mesmos. Do que adianta cortar investimentos de treinamento para diminuir gastos se o mesmo gera retorno financeiro para a organização? Portanto em corte de custos mais nem sempre significa mais…
E você já parou para analisar se o seu fazer mais é eficiente?

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